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||Biblioteca Eletrônica Quarta-feira, 8 de setembro de 2010
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Para guardar no lado esquerdo do peito

Entenda por que ter amigos é muito mais do que contar com uma companhia para o fim de semana

Textos e poesias falando sobre o valor de uma grande amizade não faltam. Histórias nas telas de cinema também são constantes. Mas essa relação é importante mesmo na prática, na vida real, pois, segundo o médico da Unimed, Eduardo Almeida Cunha, além de deixar a vida mais interessante, pode ser uma ótima companheira para a sua saúde.

 De acordo com Eduardo, antigamente o sentimento de amizade era um vínculo mais amplo, em que os envolvidos costumavam se identificar por meio de sua etnia, religião ou até pelo time de futebol. Já na contemporaneidade, o médico acredita que as relações sociais vêm diminuindo, uma vez que, por mais que as pessoas tenham amigos, não têm tempo para encontrá-los, o que faz com que se sintam solitárias. “É por isso que os relacionamentos virtuais têm aumentado. Só que na rede o seu amigo é ilusório e não se mostra como é de verdade. Apenas com a convivência do dia-a-dia pode-se conhecer alguém realmente”, diz.

Além disso, ele acredita que a amizade é uma espécie de fraternidade que ressalta a identidade e a solidariedade entre os indivíduos. “É a expectativa de encontrar essas características e uma admiração pela forma de funcionamento do outro que faz com que façamos amigos”, acredita.

Amor ou amizade?

Às vezes, explica o médico da Unimed, o amigo vai se tornando alguém diferente, com ideias divergentes, mas nem por isso a relação deixa de ser próxima. “Nesses casos, costuma-se dizer que o amor romântico tomou o lugar da amizade, pois mesmo com tantas diferenças, os envolvidos continuam bem próximos. Para os gregos, por exemplo, esse sentimento de admiração, de ver no outro uma virtude que hoje chamamos de amor, era considerado amizade”, diz.

Além disso, segundo ele, a busca pela identidade refletida em outro indivíduo é que faz com que haja um fortalecimento da própria identidade. “Este é um dos motivos que faz a amizade ser algo tão importante na vida das pessoas”, acredita.

É por conta dessa identidade, também, que surgem as turmas, torcidas organizadas, blocos de carnaval de rua. Todos eles nascem de um grupo de amigos que se identificam e que, mais tarde, vão agregando novos membros que tenham interesses parecidos.

E, apesar de essa identificação ser mutável e adquirir novos anseios com o passar dos anos, não significa que você precise abandonar os amigos de infância ou adolescência. “O senso de identificação não deixa de existir, ele apenas ganha nova configuração. É por isso, ainda, que, quanto mais vamos nos identificando, amadurecendo e tendo a própria identidade, mais vemos a diferença entre nós e os amigos”, explica.

Mais que companhia

Além disso, o médico acredita que a afetividade existente nas relações amistosas é uma das principais causas da segurança emocional. “O primeiro fator que gera tal confiança em si mesmo é o bom relacionamento com a família. Logo em seguida vem a amizade. É por isso que, às vezes, quando os amigos rompem a relação com certa ‘força’, logo se sentem sós, abandonados e passam a ser indiferentes com os outros. Tudo faz parte de um ciclo”, diz.

Quem pode contar com amigos verdadeiros está menos propenso a ficar enfermo. Isso porque quem tem relações estreitas e baseadas em confiança se percebe mais seguro e com auto-estima elevada, tornando-se mais forte e sentindo-se mais capaz de enfrentar as dificuldades. Já a falta de amizades verdadeiras pode ser prejudicial à saúde, pois, de acordo com o médico, hoje em dia o conceito de vida saudável não está só ligado à falta de saúde, mas, principalmente, ao bem-estar bio-psíquico social, que fica mais difícil de ser conquistado sem amigos.

Essa falta mexe, ainda, com o organismo. Como a amizade está diretamente ligada a sentimentos, as pessoas percebem mais a falta desse relacionamento por meio de sensações no peito. “O sofrimento é integral, mas, sem dúvida, o coração e a respiração são mais afetados que o restante. Mas outros problemas são intensificados com a situação. Se a pessoa tem insônia, por exemplo, o quadro pode se avivar”, complica.

Conquistando amigos

Para as pessoas que têm problemas em se relacionar, o médico sugere algumas atitudes que podem contribuir na hora de encontrar ou manter amigos:

- é preciso descobrir onde está a dificuldade de relacionamento e achar uma maneira de contorná-la;
- procure não falar mal dos outros, pois se um contato estiver sendo iniciado, o indivíduo pode interpretar mal o que você diz. Pode, por exemplo, pensar que você também falará mal dele;
- outro ponto importante é não exigir atenção exclusiva, afinal, as pessoas podem – e devem – ter mais de um amigo. “Saber compartilhar as amizades e aceitar outras pessoas como companheiras é a melhor forma de expandir o ciclo de amigos e também de conservá-los”.

Fique de olho na conjuntivite

Dr. Rodrigo F. Espíndola

Oftalmologista da Unimed Salto/Itu e do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo - FMUSP  e-mail: rodrigo166@uol.com.br
 

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, uma membrana delicada que reveste a superfície interna da pálpebra e cobre a porção exposta do olho. As crianças e os adultos são afetados, e no verão os quadros podem ficar mais freqüentes.

As causas mais comuns da conjuntivite são os vírus (mais freqüente) e as bactérias. Alergias, substâncias químicas, poeira, fumaça, exposição ao cloro das piscinas e outros, também podem levar a essa condição. Ocasionalmente, uma doença sexualmente transmissível pode causar conjuntivite.

Os principais sintomas são:

• vermelhidão
• sensação de “areia” nos olhos
• queimação
• prurido
• sensibilidade à luz
• lacrimejamento

Os sintomas podem durar alguns dias ou mesmo algumas semanas. Geralmente a conjuntivite não produz danos permanentes, mas se não for tratada e acompanhada, a infecção pode causar sérios problemas aos olhos prejudicando definitivamente a visão.

O tratamento depende da causa do problema. Se for ambiental, por exemplo, remover o objeto irritante pode ser suficiente. Para casos provocados por infecção bacteriana, deve ser prescrito um colírio antibiótico. No caso de uma conjuntivite viral, que pode vir acompanhada de dor de garganta ou coriza, o tratamento é sintomático (lubrificantes e lavagem dos olhos), pois geralmente há resolução espontânea dentro de duas semanas.

Algumas formas de conjuntivite são altamente contagiosas. Assim, indivíduos que estejam infectados não devem compartilhar toalhas e lenços com outras pessoas. Se apenas um olho estiver afetado, tenha o cuidado de não passar para o outro (evite coçar). Se você tocar no olho infectado, lave as mãos com água e sabão. É importante que os pacientes fiquem longe do trabalho até que a condição se resolva. Procure sempre o oftalmologista de sua confiança antes de se auto medicar. Os colírios usados inadvertidamente podem levar até a cegueira. E lembre-se: nem todo olho vermelho é igual a conjuntivite!

Bebês e conjuntivite - Normalmente são colocadas gotas de colírio nos recém-nascidos logo após o parto, para prevenir o desenvolvimento de uma conjuntivite que possa danificar gravemente seus olhos. A conjuntivite geralmente não é uma doença séria e pode ou não exigir cuidados médicos. Mas há uma exceção importante: sempre que a conjuntivite aparecer em um recém-nascido, deve-se buscar tratamento imediatamente. A visão do bebê pode estar em risco.

Acne: a grande vilã na adolescência

Dra. Francelita S. N. Ribeiro

Médica pós-graduada em Dermatologia    Cooperada da Unimed Salto-Itu

A Acne é tão comum na adolescência que é considerada como um dos problemas mais óbvio da puberdade. Os comedões ou cravos aparecem precocemente nesse período tanto nas meninas como nos meninos e são marcados pela presença de oleosidade ou seborréia, que ocorre tanto na face como no couro cabeludo, iniciando no nariz, podendo se espalhar para outras áreas. A intensidade varia desde um quadro leve até outro extremo, que é mais grave, evoluindo para abscessos, nódulos.

Nessa fase da vida, a Acne pode ter um papel importante, influenciando na personalidade e é necessária uma avaliação cuidadosa, para que o médico dermatologista possa conduzir o caso da melhor forma possível, uma vez que se trata de uma doença crônica em muitos casos de difícil tratamento.

A Acne está diretamente relacionada com a produção do sebo, que tende a aumentar lentamente, com um grande aumento na puberdade, e esta pele produz de duas a vinte vezes mais hormônios do que a pele normal predominando na face que tem maior sensibilidade hormonal. Em muitos casos a regressão pode ocorrer na idade adulta ou não, evoluindo eventualmente com cicatrizes, tornando-se um problema.
Podemos detectar na consulta, no exame clínico e relatos dos pacientes, presença de pêlos, obesidade, irregularidades menstruais com alterações endócrinas, hormonais. Mas devido a variação particular e resposta individual, alguns apresentam exames normais.

Os principais fatores que levam à Acne são: aumento da seborréia, e atividade microbiana anormal, provocada por bactérias, encontrada nas lesões.

Tratamento - Modernas técnicas estudam a ação de medicamentos que venham a combater a Acne, como a utilização de antibióticos, Adapaleno, Peróxido de Benzoila, Tretinoína e até a utilização de Lasers específicos. Estes podem ser feitos em forma de comprimidos, loção, géis, etc. Contudo considera-se como principal avanço no tratamento na forma oral a aplicação da Isotretinoína. Exemplo: Oacutan – nome comercial, logicamente pesando critérios, cuidados e segurança. Verificou-se que esse medicamento inibe a secreção do sebo e assim a atuação da bactéria na pele com inflamação.

Aspectos psicológicos - Apesar da Acne, como doença, não apresentar riscos severos á saúde como um todo, pode promover distúrbios de ordem psicológica, tanto na sua forma ativa, bem como na formação de cicatrizes. O processo inflamatório pode ser prolongado pelo hábito de invadir as lesões acneicas (abscessos, cravos, etc).
Estudos avaliam os efeitos no comportamento social, verificando problemas na auto-estima, imagem corporal, depressão e limitações no estilo de vida.

Tendo em vista esses defeitos complicados nos portadores de Acne, o tratamento não deve ser encarado como “estético” mesmo nos casos mais leves, mas como um segmento poderoso para uma vida social normal, com saúde e qualidade.

Esporte faz bem para a saúde e para a autoestima

Mas antes de qualquer iniciativa é preciso tomar algumas precauções e verificar a qual esporte cada um se adapta para ter o melhor resultado.

Os esportistas, em geral, se dividem em alguns perfis, de acordo com o seu objetivo: o educacional, o participativo ou por lazer e o profissional. A partir deles, encontramos o “leão de fim de semana”, que não mantém um ritmo constante de suas atividades físicas; passando pelos que têm uma regularidade, o que é correto; até aqueles que são “viciados” em exercício. Os dois extremos não são a melhor opção. “O esportista ideal é aquele que conhece seu corpo e sua condição física; realiza check-up antes de iniciar suas atividades; mantém uma prática regular; tem alimentação saudável; usa equipamentos necessários para cada modalidade; utiliza calçado e roupas adequadas; se aquece e alonga antes e após os exercícios; e respeita os sinais de cansaço do corpo”, orienta o dr. Octavio Soares, médico da Unimed que sempre foi praticamente de esporte, do futebol de salão às caminhadas.

Mesmo diante de tantas precauções, qualquer pessoa está sujeita a uma lesão em algum momento da vida, por isso, confira dicas de cuidados que devem ser tomados para preveni-la:

Crianças:
- Ter as capacitações físicas adequadas, antes de praticar um determinado esporte;
- Passar por uma avaliação física antes de iniciar qualquer tipo de prática;
- Utilizar corretamente os equipamentos de proteção;
- Não se exercitar quando estiver cansado ou com dor;
- Sempre se aquecer antes de qualquer prática esportiva.

Adultos:
- Evitar ser um esportista de final de semana, portanto a dica é distribuir exercícios durante toda a semana;
- Aprender a praticar todos os esportes de forma correta, reduzindo o risco de lesões resultantes de excessos;
- Utilizar acessórios e equipamentos de proteção quando necessário;
- Conhecer os limites do corpo;
- Aumentar o nível de exercício de forma gradual;
- Executar trabalho de flexibilidade, de força e cardíaco.

Atletas:
- Executar exercícios de aquecimento antes de qualquer prática esportiva;
- Sempre alongar os músculos antes de uma partida ou jogo;
- Ao alongar, não flexionar os joelhos. Manter as solas dos pés bem apoiadas no chão;
- Utilizar calçados adequados, estáveis e que absorvam impacto;
- Fazer exercícios sobre superfícies macias e planas;
- Ao dobrar os joelhos, não inclinar mais que 90 graus;
- Ao saltar, cair com os joelhos dobrados;
- Desaquecer após um jogo intenso ou sessão de treinamento. Desta forma, a pulsação irá diminuir de forma gradual.

Mulheres:
- Manter o peso corporal normal e evitar exercícios muito pesados para não afetar o ciclo menstrual;
- Tomar todos os cuidados descritos acima e dar prioridade ao condicionamento físico e fortalecimento muscular.

Pais e Treinadores:
- Agrupar as crianças por seu nível de destreza e compleição física, e não por idade;
- Treinar a criança em esporte que ela goste e que lhe seja adequado;
- Certificar-se de que a criança passe por avaliação física antes de começar a prática esportiva;
- Não permitir que uma criança lesionada se exercite;
- Garantir um ambiente seguro para a prática de esportes.

Os benefícios da prática de esporte regular, tomando todos esses cuidados, são o aumento da potencialidade aeróbica e da capacidade pulmonar; a diminuição da pressão arterial; a melhora da sensibilidade insulina; a redução da freqüência cardíaca em repouso e da gordura corporal; bem como, o incremento da força, da massa muscular, da densidade óssea e da flexibilidade. Mas há também os aspectos psicológicos como a melhoria da autoestima e da imagem corporal, além da diminuição do estresse, da ansiedade e do consumo de medicamentos.

Os distúrbios do sono

Dra. Larryany Maria Falsin Giglio - Psiquiatra da Unimed Salto-Itu

A Medicina do Sono é uma área de atuação da medicina que diagnostica e trata os distúrbios do sono. Dentre esses distúrbios os mais comuns são:

APNÉIA DO SONO - Apnéia significa sem ar ou parada da respiração. Apnéia do sono é um problema respiratório, que acontece enquanto dormimos caracterizada por interrupções breves e repetida da respiração.
As conseqüências são: aumento da pressão arterial, alteração do ritmo do coração, enfarto agudo do miocárdio, derrame cerebral e sonolência diurna excessiva. Essas complicações acontecem devido às alterações no sono (micro despertar), à respiração e à oxigenação do sangue.

Sintomas da Apnéia do Sono

Diurnos:
- Sonolência
- Dificuldade de concentração
- Irritabilidade
- Sintomas de depressão
- Diminuição da libido

Noturnos:
- Ronco
- Apnéia observada
- Boca seca
- Sufocamento
- Sudorese
- Noctúria (levantar várias vezes para urinar).

BRUXISMO - É um distúrbio comum do sono que pode ocorrer em qualquer idade. É definido como um distúrbio caracterizado pelo ranger ou apertar dos dentes (como uma mastigação) durante o período de sono. Os sintomas mais comuns musculares e dentais são: dor facial atípica, desconforto muscular principalmente ao morder, dores de cabeça, desgaste dos dentes e danos às gengivas. Um sintoma típico é o desgaste e quebra dos dentes.

DESPERTAR CONFUSIONAL - A pessoa desperta muito agitada, confusa e desorientada, podendo chorar de forma inconsolável. Durante os episódios a pessoa não reponde às tentativas de consolo e se sente ameaçada.

DISTÚRBIO DO SONO REM - Na fase do sonho normalmente ocorre uma inibição ativa do sistema nervoso motor, que não permite a pessoa vivenciar o sonho. No caso do distúrbio comportamental do sono REM, esta inibição não ocorre, o que se torna um risco, pois se o sonho é violento a pessoa reage com violência.

INSÔNIA - Caracteriza-se como uma dificuldade em iniciar o sono, manter o sono (ter muitos despertares durante a noite), despertar muito cedo e não conseguir mais dormir, ou até mesmo, dormir uma quantidade normal, porém acordar pela manhã cansado, como se o sono não tivesse sido suficiente ou restaurador. Muitas pessoas referem acordar com dores no corpo, irritadas, desanimadas, e mal humoradas. A insônia é um sintoma e não uma doença. Existem vários fatores que podem causar a insônia e o diagnóstico da causa é importante para seu tratamento.

NARCOLEPSIA - É outro distúrbio do sono que ocorre numa pequena faixa de pessoas (0,03% da população geral), e caracteriza-se por uma sonolência excessiva e incontrolável, que pode ocorrer várias vezes ao dia. Cataplexia, paralisia de sono, alucinações hipnagógicas e sono noturno perturbado. Após a apnéia obstrutiva de sono, é a causa mais comum de sonolência excessiva diurna diagnosticada por especialistas de sono.

PERNAS INQUIETAS - É uma vontade irresistível de movimentar as pernas devido a sensações estranhas e desagradáveis, tais como, dormência, dores, enformigamento, agulhadas, etc. Ocorrem principalmente à noite e quando estamos descansando. Essas sensações melhoram com o movimento e pioram com o repouso. É uma condição comum, pouco diagnosticada e plenamente tratável.

RONCO - Roncar intensamente e com freqüência é prejudicial à saúde! A pessoa que ronca pode ter má qualidade de sono, acordando cansada e sonolenta apesar de estar dormindo várias horas por noite.

O ronco é a vibração dos tecidos da via aérea superior. Ocorre durante a respiração enquanto dormimos devido à dificuldade do ar passar por uma via aérea superior pequena, que compreende todo o espaço desde o nariz até as cordas vocais. O estreitamento da via aérea superior pode ser devido ao relaxamento da musculatura que acontece quando ingerimos álcool ou sedativos, e durante o sono profundo quando ocorre um grande relaxamento de todo a musculatura do corpo; excesso de tecido (hipertrofia de adenóide a amígdalas, palato alongado, língua volumosa, e mais raramente presença de cistos e tumores na faringe) e obesidade (acúmulo de gordura ao redor da faringe).

SONAMBULISMO - Normalmente ocorre na infância. Caracteriza-se por falar, sentar, andar pelo quarto, pelos ambientes da casa. O maior cuidado que se deve ter nesses casos, é o acompanhamento do sonâmbulo e medidas de segurança para que não ocorra nenhum acidente de maior gravidade com a criança. Na maioria das vezes não necessita de tratamento.

SONOLÊNCIA EXCESSIVA- As causas mais comuns de sonolência excessiva são privação de sono e síndrome das apnéias de sono. Narcolepsia é uma doença genética bem mais rara e que tem como sintomas ataques inesperados de sono, sonolência, alucinações visuais na hora de dormir ou ao acordar.

Alguns adultos necessitam mais de 8 horas de sono por noite (dormidores longos) e outros se satisfazem com menos de 6 (dormidores curtos) e não necessariamente significa que tenham alguma patologia.

TERROR NOTURNO - O terror noturno acomete 3% das crianças e tem um importante componente familiar. Ocorre com maior freqüência entre 5 e 7 anos de idade. Caracteriza-se por súbito alerta com um grito assustador acompanhado por movimentos e comportamento de medo intenso.

A criança geralmente senta na cama, fica não-responsiva a estímulos exteriores e, se acordada, está confusa e desorientada. Geralmente não se lembra do episódio, podendo ser acompanhado por vocalizações incoerentes ou micção.

Os ataques duram de 30 segundos a 5 minutos, sendo raramente mais longos. As crianças voltam a dormir em seguida. Alguns episódios podem estar relacionados com estado febril.

Tratamentos

Todos os distúrbios do sono devem ser avaliados para serem tratados da melhor maneira. A automedicação pode trazer prejuízos importantes para a saúde. Consulte seu médico.

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